Olá,
Não tenho escrito muito nos últimos dias, principalmente porque não tenho nenhuma novidade, pouca coisa interessante. Já estou ficando cansado de viver aqui e a saudade começa bater com mais freqüência.
Sábado passado (16) o Eduardo chegou. De novo vai morar no mesmo apartamento, vamos ser “room mates”. Combinamos de trazer umas bebidas típicas pra alegrar de vez em quando. Então eu trouxe uma cachaça João Mendes, e ele trouxe um vinho Carpe Diem produzido em Málaga mesmo, é chamado vinho de sobremesa porque é muuuito doce e tem uma cor mais caramelizada.
Segunda de manhãzinha e fui a uma cidade no litoral sul chamada Chennai. Estava esperando uma cidade bem bonita, com praias bonitas. Do escritório de lá tem uma vista linda a praia, o marzão azul confundindo com o ceuzão azul. Me indicaram um lugar para me hospedar bem perto da praia, e chegando lá, à noite, quando sai para dar uma volta foi muito decepcionante. Ao contrário das cidades litorâneas do Brasil, lá a costa e uma área muito pobre – quando eu falo pobre aqui leia-se miserável. Basicamente pescadores vivendo em barracos de madeira, papelão e plástico. Praia estava suja e com um cheiro horrível. OK, a vizinhança não era das melhores, pelo menos foi por apenas 2 dias e meio.
O Anãs meu chefe me disse para não voltar pra Mumbai, mas ir pra Delhi ajudar o Paco com o projeto daqui. O Paco é um figura español. Agente se encontrou primeiro no Rio de Janeiro, e depois de uns meses ele voltou novamente pro Brasil e nos encontramos em São Paulo. Agora em Delhi!
Então ontem à tarde eu peguei um avião pra cá – se os ônibus da Índia são ruins, os táxis são ruins, o trem é ruim, o que se espera da Air Índia? Certo, também é ruim! E na aterrissagem em Delhi quase sofremos um acidente sério. Está uma neblina muito densa aqui e a visibilidade não passa de 10 metros. O avião fez um pouso forçado e bateu na pista com muita força, tanta que quebrou a direção e não pudemos ir até a saída do aeroporto. Tivemos que esperar um caminhão nos rebocar, e com tanta neblina o caminhão também demorou a nos encontrar. Aqui tá frio, fazendo uns 14 graus.
Finalmente cheguei no hotel onde o Paco está, e é muito legal. O quarto parece ainda mais confortável que o Sheraton. Não tenho certeza por quanto tempo vou ficar aqui, com certeza até o fim de semana pelo menos.
Ok, vou parar poraqui.
Saludos,
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Voltando pra cá...
Chutia! beleza?

Teve bom demais essas duas semanas passadas, pra matar a saudade: chorume, Bar da tia Raquel numa segunda de tarde, goma, praia boa, rua augusta, galera... Mas acabou rápido.
Peguei o avião ontem, deu tudo certo, com medo do engarrafamento e pra não perder o vôo como eu fiz na segunda, cheguei no aeroporto com 5 horas de antecedência (haha, exagerei). Foi bom que fui um dos primeiros na fila do check in e peguei uma janelinha no vôo de escala em Paris. Pena que demorou muito pra amanhecer - já era 8:00, mas quando pousamos ainda estava clareando - mas mesmo assim deu pra ver a cidade toda coberta de neve! Tava demais, primeira vez que vejo a neve, justo em Paris, great! :)

A temperatura era de -5C e eu mesmo sabendo que tava frio assim, decidi enfrentar apenas com uma jaquetinha. O vento frio parece que fica esbofetano a sua cara, legal haha!

Só uma dica: o Duty Free de Paris é o mais caro que eu já vi, todos os produtos, inclusive os tão famosos perfumes franceses. A diferença é basicamente você pagar em euros lá o que custa em dólares no Brasil e ainda mais barato aqui na India ou em Dubai.
De Paris pra Mumbai a diferença é pouca, só uns 35 graus de temperatura, um pessoal mais bonitão, e filas organizadas.
Até mais!
Até mais!
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