sexta-feira, 24 de julho de 2009

Salão maluco!



Salão maluco pra todos! E fica cada dia mais maluco esse salão... Já tô me acostumando a ver homens andar de mãos dadas na rua, comprimentar com beijos no rosto (eu disse acostumando a ver! a ver!), dizer "salão maluco" pras pessoas na rua... o que eu não entendo é porque o shopping é exclusivamente para famílias nos fins de semana (!?).

Tá ficando bem estressante aqui estes dias, chegando na reta final do prazo para entregar o projeto e muita pressão e espectativa. Chego bem cansado à noite e muitas vezes levo trabalho pra casa. Fins de semana não são muito diferente também. O Tauha me disse que provavelmente eu volte no fim da segunda semana de Agosto.


O Tauha voltou na quinta para ficar dois dias, e na sexta feira ele me chamou para ir com ele no templo para a Isha - última prece às 20:30. Aceitei, afinal tinha curiosidade de conhecer. O local é bem simples, sem imagens, só um grande tapete com linhas onde todos ficam lado a lado. Existe sim um orador que conduz a cerimônia, e dura uns 15 minutos. Depois ele disse que qualquer um pode entrar (desde que respeite, claro), e me explicou mais sobre o significado de tudo aquilo. Até pensei que era um esforço para converter mais um, mas depois entendi que ele é mesmo preocupado em desmentir a má idéia que todos os ocidentais têm sobre o Islã. Brinco bastante com os costumes daqui, mas entendo que isso faz parte da cultura e também envolve diferentes conceitos de igualdade e justiça. Não dá pra julgar.

No sexta passada fui com o Ali no Old Dir'ayiah, uma cidade histórica em ruínas aqui perto. Infelistmente está fechada para reformas e em 3 meses será inaugurada como uma grande atração turística e com infra estrutura adequada. Mesmo assim foi um ótimo passeio, e deu pra ver um pouco além dos muros. Vou colocar um vídeo que eu fiz do taxi, e umas fotos também.


A saudade tá só aumentando... Tomara que esses dias passem rápidinho.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Post meio cabeça

Para ficar limpinho e cheiroso, use sabonetes Fa, o mais barato da Arábia Saudita. Limpo e cheiroso por 1,75 Riyal!

Hoje, meu sabado, com jeito de dia de semana. Comprovei agora à noite a esquisitice número 1 daqui: shopping lotado, de repente começa um cara cantando-rezando nos alto falantes, e sai todo mundo pra lanchar correndo, comprar correndo, e as portas fechando... hehe não entendo mesmo, tem algum economista aqui?


Aí fui pra rua, e vi os lojistas e clientes na rua, parados, sentados nos bancos... O pior foi depois, apareceu a viatura da tal "polícia religiosa" passando devagar, checando se tá tudo fechado e rezando num megafone. Eles ainda pararam o caro para chamar a atençao de uma moça que tava sem o véu no rosto! Ah não, vergonhoso... sinceramente não gosto desta imposição. É algo polêmico aqui. Os brasileiros que encontrei da outra vez, me disseram que mesmos os amigos árabes deles acham um exageiro, e que isto não deve se sustentar por muito tempo. Riyadh tá crescendo muito rápido e muitos estrangeiros estão vindo. Bom, o tempo dirá e eu não estarei aqui pra ver.


Existem outras coisas que poderíamos aprender daqui também, e uma delas é a segurança. Aqui parece não ter perigo algum, mesmo aparentando claramente estrangeiro e andando de noite nas ruas. A criminalidade aqui é baixa, pelo menos que eu saiba, muito graças às rigorosas penas, o que na minha opinão não se justifica, mas que enfim, funciona. Outra coisa é o dates :)
Agora é oficial hein, "dates"=tâmaras, e que por si é = delícia!


E o que sobra no Brasil e falta aqui é: cerveja (e tudo o que vem como consequência, tipo bares, e vida noturna); tops, saias, e shortinhos para mulheres (vamo liberar ae galera!); e taxis com taxímetro, porque quando não se fala árabe fica difícil negociar.


Com essa globalização toda aí aproximando pessoas, é legal respeitar as culturas regionais e as diferenças entre elas sem sobreposição nem superioridade.


terça-feira, 14 de julho de 2009

Celular, brasileiros e falafel

Olá!
Olha só agora tenho celular com chip daqui pra quem quiser me ligar, ok? :)

Ganhei um chip daqui mas meu celular é bloqueado, então tive que comprar outro. Perguntei pro Ala'a que trabalha comigo, onde eu ia achar um baratinho e ele me deu o endereço. Chegando lá é como uma 25 de Março de celulares, com um monte de aparelho usado. Mas não teve jeito de negociar não, era só eu abrir a boca e eles descobrirem que sou gringo e cobrar caro. Acabei voltando e comprando um novinho no shopping pelo mesmo preço do usado lá.

O melhor foi na volta, pegar um taxi com um cara que não falava nada de inglês. Mesmo assim ele tava muito afim de conversar... coitado, dava dó de ver ele tentando montar uma frase, hehe. Começava a falar uma palavra em inglês, depois passava para o árabe, parave me olhando como se eu adivinhasse e depois fazia "tsc" todo desapontado... Mas deu pra comunicar minimamente por gestos e dizer meu nome e que sou brasileiro. Aliás aqui o pessoal adora o Brasil! Quando falo de onde sou posso esperar que o próximo assunto é futebol... É fácil achar camisa da seleção brasileira aqui. Ae galera tamo com a moral uhúl!

Ontem fui comprar uma capinha para minha câmera e como sempre chegando lá na loja bati com a porta na cara porque era hora da prece (eu sempre esqueço). Dei mais uma voltinha e quando voltei na loja tinha algumas pessoas esperando abrir e batendo papo. Então notei que uma das conversas soava familiar, e era mesmo português! Interrompi na hora os dois brasileiros, e conversamos um tempão. Werner e Reinaldo, dois ex-pilotos da VARIG que trabalham agora pra uma companhia de aviação chamada SAMA. Eles moram em Bahrein mas trabalham aqui. Ainda tiraram onda comigo me perguntando se tinha provado a cerveja daqui, daí me disseram que realmente é proibido como outra droga qualquer.

Os dois brasileiros me esclareceram outras coisas, que me deixavam maluco tipo: como assim nenhuma lanchonete ou restaurante fica aberto da 12:30 à 1:00 mesmo com filas na porta? Só faz sentido depois de saber que existe uma polícia religiosa que fiscalisa todos os estabelecimentos nos horários das preces - fechar é obrigatório. Também entendi porque mesmo as estrangeiras usam estas roupas pretas em todo lugar - existe sim fiscalização para isso também! Que coisa não? Enfim foi ótimo conhecer os brasileiros, pena que não dá pra marcar um refrigerante na lanchonete da esquina né?

E ontem na volta pra casa, já tarde da noite resolvi enfrentar meus medos e pedir algo no "restaurante" do quarteirao de baixo. O lugar não é o que podemos chamar de agradável nem de limpo, o dono não é, digamos, muito bem apessoado e muito menos o cozinheiro. Mas eu tinha que jantar. No cardápio tem até fígado, mas vi que também tem sanduíche de falafel (um bolinho de grão de bico). Pedi um grande e não acreditei quando o cara me disse que era 3 Riyales (tipo 1,50R$?) - que medo. E o melhor de tudo é que é uma delícia hehehe, muito gostoso, recheado com bastante falafel, salada, ovo cozido, e até batata frita dentro (!), em um pão sírio muuuito gostoso. Êita nois! Nem precisa falar o que eu jantei hj de novo. Gostoso e barato, não dá pra resistir...

Então tá bão, vou dormir... Salam pra todos!

PS: viciadíssimo nos dates, hj provei do tipo maduro, não sei qual o melhor nem qual levar pra casa...

domingo, 12 de julho de 2009

sábado, 11 de julho de 2009

Problemas resolvidos, museu e "dates"










Boas notícias para quem aturou meu desespero esses dias... tudo ok com meu cartão, posso sacar $$$ normalmente e o que parecia um pasadelo foi só um susto. Como é bom ouvir o barulho do caixa rápido contando as notinhas antes de entregar!


Bom ontem (ainda no desespero) fiquei a maior parte do dia no hotel... depois resolvi olhar na internet quais os pontos turísticos daqui. Anotei alguns, entre eles os mais procurados são: Old Dir'aiyah - um local histórico muuuito antigo e preservado, que deve ser bem bonito; Masmak Citadel - outro local histórico; o National Museum - com a história do início da Arábia; o zoológico nacional; e o Kingdom Towers que é um edíficio bem imponente e tem um shopping embaixo onde eu geralmente almoço.



Depois de passar a tarde encanado, não aguentei e resolvi sair e fazer um pouco de turismo. Encontrei no meio da rua um taxista bem gente boa, que fala inglês, e que me levou no National Museum. Concordamos em deixar o taxímetro ligado (não é caro) enquanto ele, o Ali, seria meu guia no museu - afinal de contas sem falar árabe lá seria complicado. O lugar é muito bonito e grande, cercado por parques com famílias e crianças brincando nas fontes de água. Dentro do museu estão os pertences do rei Abdullaziz, o primeiro a neinar na Arábia. Muitas fotos, roupas, armas e 3 carros Roll Royce da família real. Acredite se quiser mas o rei teve mais de 50 filhos, que continuaram a reinar até hoje (o atual rei Al Saud é um dos filhos).
Ao fim da tarde, os muros vermelhos altos em contraste com o céu azul escuro são perfeitos para fotos.


E hoje finalmente experimentei algo muito comum aqui e delicioso: a frutinha chamada "dates". Não sei se é fácil de achar no Brasil, mas eu pelo menos não conhecia. Da primeira vez que eu ví em uma loja de doces, não dei muita atenção - parecia uma ameixa amarga. Mas conforme fui vendo a mesma frutinha em vários lugares, e o quanto os árabes gostam dela, fiquei com vontade de saber o que tinha de demais. Aí o Imran chegou no escritório de manhã com uma sacolinha cheia e oferecendo... e é gostosa demais. Muito docinha, parece um chocolate. E o mais engraçado é que ela é consumida no estado natural, do cacho direto pra boca. Issas estão na lista de coisas que vou levar de volta pro Brasil.


Só mais uma coisa sobre o dates: é tão famoso aqui que o brasão das armas são duas espadas cruzadas sobre esta palmeira.


À noite andei bastante e comprei uma webcam no mercado de eletrônicos. Pra poder falar e matar a saudade né.


até mais!

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Problemas e preces

Tava bom demais até começar os problemas de bancos novamente. Inshallah tudo se resolverá...


Hoje (quinta) é "sábado" aqui. Mas mesmo assim tinha algumas coisas pra resolver no escritório. Saí por volta de meio dia e meio, e como ainda tava de barriga vazia passei no shopping para almoçar. Tava meio estranho, tipo "sábado" naturalmente cheio de pessoas, com sacolas de presentes na mão, mas nenhuma loja aberta. Fui pra praça de alimentação morrendo de fome e, também nenhuma lanchonete ou restaurante aberto... caramba! Fiquei com medo de estar tudo fechado na quinta, mas foi só ignorância ocidental minha. Os mulçumanos fecham o comercio para suas preces diárias.


Isso vale um capítulo à parte. Graças às lições do Tauha aprendi um pouco sobre os costumes. São 5 orações diárias: a primeira - Fajr às 5:30 da manhã (!), a segunda - Dhuhr ào 12:30, a terceira - Asr 3:50 da tarde, a quarta - Maghrib 7:15 da tarde, e finalmente (ufa) a Isha quinta e última às 8:45 da noite. Os horários mudam um pouqinho (minutos) de acordo com os dias. Todas elas na direção de Kaaba, que é um monumento construído por Abraão na cidade de Meca. Essa direção em que todos os mulçumanos devem se orientar para fazer as preces é chamado de Qiblah. Onde quer que você for aqui, é possível ver ou um tapete apontando o sentido, ou esta marquinha aí da foto que tá na parede do meu quarto. No meu armário tem o Corão e o tapete para as preces. Ainda não usei.


Enfim, almocei uma comida bem no estilo árabe. Mistura de vegetais apimentados, uma pasta gostosa com curry e um pão enorme muito fofinho e delicioso. Na janta eu saí do hotel novamente para comer (isto é uma forma de entretenimento aqui) e pra minha decepção era 8:30, ou seja, hora da prece Isha... :\ e não é rapidinho não... demora, fiquei um tempão na rua esperando aos refrescantes 37oC da noite, abafado como uma sauna.



Amanhã é sexta ou melhor "domingo", dia sagradíssimo em que as preces costumam ser maiores... Tomara que eu tenha mais sorte na hora das refeições.






PS: graduação alcólica ainda continua 0.0%



quarta-feira, 8 de julho de 2009










Salam,



Achei um supermercado grande mesmo aqui perto... Muito bom isso, foi um passeio super interessante. Basicamente tem as mesmas coisas mas com a embalagem em letras de minhoquinhas... Bastante pães, molhos, mas a principal diferença é: não existe seção de bebidas alcólicas! Acho que é proibido mesmo, porque na seçao de refrigerantes e sucos tem muita cerveja e todas sem álcool. Tomei uma só de curiosidade, chamada "Rockers" :) tem gosto de cerveja mesmo, mas falta o principal... aí fica sem graça.




Comprei uns chicletes diferentes que eu quero levar, e achei uma surpresa que também vou tentar levar. Na frente do supermercado tem um caixa eletrônico, e resolvi tentar sacar... e não rolou. Ai voltei pro hotel pensando nisso, chegando aqui o recepcionista me disse que eu precisava depositar já pelo menos uma parte do pagamento. Dormi preocupado porque só tinha uns 80 Ryiales (40 R$), e uns 200 dólares, que não sei ainda onde fazer o câmbio.



Mas hoje de manhã falei com o Tauha e vou poder pagando prestações e reembolsando com calma. E agora à pouco ainda preocupado com a pindaíba, achei um banco que chama "Samba" (é verdade :)) e finalmente consegui sacar dinheiro. 500 Ryiales, acho que dá pro resto da estadia.
Hoje é sexta na Arábia, mas não sei se vou trabalhar amanhã. De qualquer forma vou dar um jeito de encontrar um shopping barato pra comprar uma webcam.



Mas voltando pra noite de ontem, quando saí do supermercado já era bem tarde tipo umas 11:30 da noite, e achei uma coisa interessante. Tem um parquinho, tipo uma pracinha bem rústica com um brinquedinhos velhos, e muuuita gente lá. As famílias vão passear no parque à noite, e muita gente faz piquenique. Tinha cara lendo livro de fumando arguilê, tinha jovens jogando um jogo de cartas,... é um programinha sussa, afinal de noitão é o horário que dá pra sair sem tostar no sol ou assar no calor.


PS: as fotos são de uma travessa sobre a King Farah Road, principal de Ryiadh e do lado do hotel e a última da praça perto do supermercado.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Salam!






Salam maleico!


Hoje fomos conhecer a outra sede da empresa, e depois
voltamos. Tá vendo esse prédio aí do lado?

Não é esse não :) é do lado desse, hehe. Essa é a Kindom Tower, maior da cidade e embaixo fica o shopping onde almoçamos.


Dia cansativo de trabalho, e o Tauha foi embora de tarde. Ele voltou pra Dubai onde vive com a família. A grande notícia hoje foi que meu visto de permanência tem validade de 2 semanas, o que significa que eu vou ter que sair do país e depois voltar denovo. Mas só por um dia no fim de semana. O Faisal me falou para ir ao Bahrein, mas o Tauha me disse pra ir à Dubai já que ele mora lá e eu comentei que gostaria de conhecer e que tinha uma prima morando lá... tomara que dê certo, vamos ver.


O que sobra de petróleo aqui falta de água... no hotel antes de eu chegar estava em falta, no escritório ontem também, e na pizzaria que jantamos ontem... também! caramba...


Ainda não me decidi se aqui é bonito ou feio, acho que os dois ao mesmo tempo... tem umas construções de primeiro mundo riquíssimas e bastante terrenos abandonados. Muita construção, e muita areia no chão. Muitas veses nas ruas não existe passeio para pedestre, e você tem que andar os lados dos carros, ou às vezes são demarcados com blocos de cimento. Na verdade não dá pra passar muito tempo nas ruas por causa do sol e do calor de 45oC.


Olha o hotel aí do lado, bonito né?


Não é esse que eu tô :) mas é pertinho! Descobri um mercadozinho e uma padaria aqui do lado... Até já aprendi os números em árabe, pra pelo menos saber o preço.

Prometo tirar fotos melhores e do pessoal da próxima vez, mas tem que ser discreto porque acho que não gostam muito.

Ma'a ElSalama!


segunda-feira, 6 de julho de 2009


Cheguei!

Cheguei hoje aqui no Reino da Arábia Saudita, mas a viagem toda foi bem legal e pitadas de desespero:
O primeiro trecho Rio/Londres rolou um "world travellers plus" que meu deu a classe executiva na faixa... great! E no check-in consegui a janelinha de Londres/Riyadh, tanta ansiedade (e o fato que faltava 20 min pra decolar) me fizeram precipitadamente comprar uma câmera digital na DutyFree do Galeão. Tá aí uma boa dica pra quem quer um péssimo negócio: Encontre câmeras bem melhores pela metade do preço desta que você acabou de comprar no DutyFree de Londres.

Tirando o detalhe, lá é legal - um shopping de marcas chics baratas, adivinha o que me chamou a atençao? Jack Daniels por 19.9 pounds (62 Reais), eita! Cameras digitais para meu desespero são muuuito baratas... Pedidos?

Não dormi nada de lá pra Riyadh. Chegando aqui é como eu esperava mesmo: muuuito estranho... nada a ver. Já no avião o piloto já assustou: "Temperatura em Ryiadh em torno de 45oC" - Quê!!!??? E é quente mesmo, mas fiquei tranquilo quando vi que tudo aqui tem ar condicionado: taxis, hotel, escritório, shopping...
O hotel é bacaninha (tirando o banheiro), e o melhor é que tem wireless de graça! Encontrei o Tauha - meu chefe deste projeto - e ele é gente boa pra caramba! Até conhece Uberlândia... No escritório o pessoal é bem legal, e a cultura aqui é bem peculiar mesmo: a maioria de camisola branca, chinelo e turbante vermelho. Rigorosamente rezam 5 vezes ao dia, voltado para Meca encima de um tapete colorido. Absolutamente nenhuma mulher. Essa diferença entre sexos é super forte aqui, até assusta. Elas se vestem (mesmo!) de burca preta mesmo no calor de 45oC e têm filas de lanchonete aparte. Por falar em lanche, comida aqui é bem barata, o que é ótimo. Hoje comi uma tijelona de salada e legumes por 15 Riyales (7,50 R$) e tem um cardápio do hotel anunciando pizza vegetariana grande por 24 Riyales (12 R$).

Agora vou sair pra jantar com o Tauha. Ele é paquistanês e disse que ia me ensinar um pouquino do islamismo. Tranquilaço que esse aqui nao se converte nem a mil chibatadas!

Depois escrevo mais. Abraço!