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Hoje, meu sabado, com jeito de dia de semana. Comprovei agora à noite a esquisitice número 1 daqui: shopping lotado, de repente começa um cara cantando-rezando nos alto falantes, e sai todo mundo pra lanchar correndo, comprar correndo, e as portas fechando... hehe não entendo mesmo, tem algum economista aqui?
Aí fui pra rua, e vi os lojistas e clientes na rua, parados, sentados nos bancos... O pior foi depois, apareceu a viatura da tal "polícia religiosa" passando devagar, checando se tá tudo fechado e rezando num megafone. Eles ainda pararam o caro para chamar a atençao de uma moça que tava sem o véu no rosto! Ah não, vergonhoso... sinceramente não gosto desta imposição. É algo polêmico aqui. Os brasileiros que encontrei da outra vez, me disseram que mesmos os amigos árabes deles acham um exageiro, e que isto não deve se sustentar por muito tempo. Riyadh tá crescendo muito rápido e muitos estrangeiros estão vindo. Bom, o tempo dirá e eu não estarei aqui pra ver.
Existem outras coisas que poderíamos aprender daqui também, e uma delas é a segurança. Aqui parece não ter perigo algum, mesmo aparentando claramente estrangeiro e andando de noite nas ruas. A criminalidade aqui é baixa, pelo menos que eu saiba, muito graças às rigorosas penas, o que na minha opinão não se justifica, mas que enfim, funciona. Outra coisa é o dates :)
Agora é oficial hein, "dates"=tâmaras, e que por si é = delícia!
E o que sobra no Brasil e falta aqui é: cerveja (e tudo o que vem como consequência, tipo bares, e vida noturna); tops, saias, e shortinhos para mulheres (vamo liberar ae galera!); e taxis com taxímetro, porque quando não se fala árabe fica difícil negociar.
Com essa globalização toda aí aproximando pessoas, é legal respeitar as culturas regionais e as diferenças entre elas sem sobreposição nem superioridade.


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